Como funciona a arrematação em leilão judicial?

Como funciona a arrematação em leilão judicial?

Como funciona a arrematação em leilão judicial?

Adquirir um bem por leilão judicial pode ser um ótimo negócio, já que os preços são bastante atrativos.

Mas você sabe como esse processo funciona?

A compra de bens (móveis ou imóveis) em leilões, por meio de lances, é chamada de arrematação.

O objetivo principal do leilão é quitar dívidas do proprietário do imóvel ou até mesmo do próprio bem, como a inadimplência do IPTU ou IPVA.

Ele é feito por um profissional especializado, o leiloeiro público, necessariamente, respeitando as normas do Código de Processo Civil.

Além disso, pode ser realizado presencial ou virtualmente.

O leilão ocorre em dois momentos, chamados de primeira e segunda praça.

Na segunda praça, há uma redução significativa no valor do objeto leiloado — considerando sempre as limitações da lei.

Uma infinidade de objetos podem ser leiloados, os mais comuns são imóveis, automóveis, roupas, joias etc.

Quem oferecer o maior lance para o bem leiloado, se torna o arrematante.

O pagamento, por sua vez, vai depender da forma estipulada, podendo ser à vista ou parcelado.

Uma vez efetuado o pagamento, o juiz homologa a arrematação e expede um documento chamado de carta de arrematação, que formaliza a compra.

Arrematar um bem por leilão judicial pode ser bastante vantajoso, mas requer cuidados.

Antes de dar o lance, garanta que o bem está nas condições esperadas.

Consulte um advogado especialista e evite prejuízos!

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